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AnteriorLoucos de Lisboa (ver. 3)Próxima


tom: E
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troque o tom da música

(Introdução): D9 C (4 vezes) D9 C Parava no café quando eu lá estava, D9 A7 Na voz tinha o talento dos pedintes. D9 F# Entre um cigarro e outro lá cravava C A7 D A bica ao melhor dos seus ouvintes. As mãos e o olhar da mesma cor Cinzenta como a roupa que trazia, Num gesto que podia ser de amor Sorria, e ao partir agradecia. C São os loucos de Lisboa D9 Que nos fazem duvidar. F# A Terra gira ao contrário A7 C D9 E os rios nascem no mar. (solo) Um dia numa sala do quarteto Passou um filme lá do hospital, Onde o esquecido filmado no gueto Entrava como artista principal. Compramos a entrada p'rá sessão P'ra ver tal personagem no ecrã O rosto maltratado era a razão De ele não aparecer pela manhã. (Refrão) (solo) Mudamos muita vez de calendário Como o café mudou de freguesia. Deixamos de tributo a quem lá pára, Um louco a fazer-lhe companhia. Sempre a mesma posse, o mesmo olhar. De quem não mede os dias que vagueiam Sentado lá continua a cravar Beijinhos às meninas que passeiam. (Refrão repetido) veja esta cifra correta em: w w w . C i F r a s . c o m . b r


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