A
Nível: Iniciante
anônimo
Fernando e Sorocaba
Carlos e Jader
Paula Fernandes
Jorge e Mateus

Denilson e Danniel
A Toda vez que eu viajava E Pela estrada de Ouro Fino De longe eu avistava A A figura de um menino Que corria abrir a porteira E Depois vinha me pedindo Toque o berrante seu moço D E A Que é pra eu ficar ouvindo D Quando a boiada passava E E a poeira ia baixando Eu jogava uma moeda A Ele saia pulando Obrigado boiadeiro E Que Deus vá lhe acompanhando Pra'quele sertão afora D E A E A E A E A E A Meu berrante ia tocando Nos caminhos desta vida E Muito espinho eu encontrei Mas nenhum caso mais triste A Do que este eu passei Na minha viagem de volta E Qualquer coisa eu cismei Vendo a porteira fechada D E A O menino não avistei D Apeei do meu cavalo E Num ranchinho à beira chão Vi uma mulher chorando A Quis saber qual a razão Boiadeiro chegou tarde E Veja a cruz no estradão Quem matou o meu filhinho D E A E A E A E A E A Foi um boi sem coração A Lá pra banda de Ouro Fino E Levando gado selvagem Quando passo na porteira A Até vejo a sua imagem O seu rangido tão triste E Mais parece uma mensagem Daquele rosto trigueiro D E A desejando-me boa viagem D A cruzinha do estradão E Do meu pensamento não sai Eu já fiz um juramento A Que não esqueço jamais Nem que o meu gado estoure E Que eu precise ir atrás Nesse pedaço de chão D E A E A E A E A E A Berrante eu não toco maisocultar tablatura
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