Me desculpe devo ir embora /
mas sabia que era um mentira /
quanto tempo perdido atrás dele /
que promete depois nunca cumpre
/estranhos amores que se colocam
nos problemas / mas na realidade
somos nós. /
E na espera de um telefonema /
brigando para que esteja livre /
com o coração no estomago / um
sentido enrolado / ali sozinho,
dentro um arrepio /mas porque ele
não está, e são / Estranhos
amores que fazem crescer / e sorrir
entre as
lágrimas / quantas paginas ali para
escrever /
sonhos e marcas para dividir./ São
amores
freqüentes a esta idade / se
confundem dentro
desta alma / que se interroga sem
decidir / se é
um amor que se faz por nós / E
quantas noites
perdidas a chorar / relendo
aquelas cartas / que
não consegue mais jogar fora / o
labirinto da
saudades / grandes amores que
terminam /mas
que ficam, no coração / Estranhos
amores
que vão e voltam /nos pensamentos
que os escondem / histórias
verdadeiras que nos
pertencem / mas se deixam como
nós /Mas na realidade somos nós /
Estranhos
amores frágeis / prisioneiros livres
/ estranhos amores
que não sabem viver / e se perdem
dentro de nós / Me desculpe devo
ir embora / desta vez
prometo a mim / porque quero um
amor de
verdade / sem você.
Contribuição: Jader Santana de Deus (jadersdeus@bol.com.br)
Letra Original:
Intro
Mi dispiace devo andare via Ma sapevo che era una bugia
Quanto tempo perso dietro a lui Che promete poi non cambia mai
Strani amori mettono nei guai Ma in realtà siamo noi
E lo aspetti ad un telefono
Litigando che sia libero
Con il cuore nello stomaco
Un gomitolo lo nell'angolo
Lì da dentro un brivido
Ma perché lui non c'è, e sono
Strani amori che fanno crescere
E sorridere tra le lacrime
Quante pagine, lì da scrivere
Sogni da lividi da dividere
Sono amori che spesso a quest'età
Si confondono dentro a quest'anima
Che s'interroga senza decidere
Se è un amore che fa per noi
E quante notti perse a piangere
Rileggendo quelle lettere
Che non riesci più a buttare via
Dal labirinto della nostalgia
Grandi amori che finiscono
Ma perché restano, nel cuore
Strani amori che vanno e vengono
Nei pensieri che li nascondono
Storie vere che ci appartengono
Ma si lasciano come noi
Strani amori fragili,
Prigioneri liberi
Strani amori mettono nei guai
Ma in realtà siamo noi
Strani amori fragili
Prigioneri liberi
Strani amori che non sanno vivere
E si perdono dentro noi
Mi dispiace devo andare via
Questa volta lo promesso a me
Perché ho voglia di un amore vero
Senza te