Eugênio de Castro

Nau Dos Errantes

Eugênio de Castro

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E             F#m7(4) 
Meu amigo navegante 
A9                E           A 
 Que perigo vamos enfrentar? 
E                       F#m7(4) 
 São corsários, são bandidos 
A9                   C#m7   B7 
 São piratas de além-mar 

E                     F#m7(4) 
 Onde há barco, há naufrágio 
A9                          E          A 
 E onde há noite, há sempre um farol 
E                            F#m7(4) 
 Onde há mar calmo, há tempestade 
A9                              C#m7         B7 
 E onde há perigo, há sempre um anjo bom, um anjo bom 

G                      Bm                        D9sus 
 Ninguém disse que era fácil, também nunca acreditei 
                           Am 
Que sempre os olhos fossem dóceis 
                            C9sus 
Que sempre os homens fossem sábios 
                                G 
Que sempre os sábios fossem os reis 
                        G 
(Ou que a bondade fosse lei) 

G                       Bm 
 E ninguém disse que a vida 
                    D9sus 
Fosse fácil de entender 
                            Am 
Que sempre os sonhos fossem simples 
                            C9sus 
Ou que as tormentas fossem breves 
                        G 
Que houvesse leveza no ser 

C9sus                 D9sus 
 Mas navegante, meu amigo 
Bm                  Em9 
 Por que mares andarás? 
C9sus                D9sus 
 Se me avisaste do perigo 
Bm                     Em9 
 Por que fostes naufragar? 
C9sus                     D9sus    Em9 
 Por que entregaste a caravela ao mar? 
    D       Em9    D 
Ao mar, ao mar, alma 

G               Am9 
 Meu amigo navegante 
C                    G          Am9 
 Em que porto posso te esperar? 
G                  Am9  C                 Em9 
Se a nau é dos errantes, que estrela pode me guiar?

Enviado por: Amanda Claudino

Corrigido por: sem correções

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