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Gm7 Cm7 A mão campeira, que é o fio da faca Gm7 Tirando uns tentos, mais ou menos grossos Cm7 Cardal pra cima que dormiu na estaca D E acordou com a chaira, fazendo alvoroço Gm7 Cm7 Cada tento forte, desquinado inteiro D Gm7 Pelas mãos de jeito, de paciência e arte ({Cm7}) Cm7 ({Gm7}) Só depois com outro é que vai ser guerreiro ({D}) D ({Gm7}) Porque ainda solito, num tirão se parte
[Refrão]
Gm7 Cm7 Pelas mãos de campo, de dar tironaços D Gm7 Na perícia antiga, que aprendeu com outros Cm7 D# Já passaram rédeas, barbicachos, laços D Gm7 E cabrestos fortes que golpearam potros Gm7 Cm7 É quase um romance, entre mãos e tentos D Gm7 Um tento por baixo, outro vai por cima Cm7 D# Vai crescendo o laço, pra cantar nos ventos D Gm7 Numa trança forte, mas com a mesma rima Gm7 Cm7 Vai desde argola, quase doze braças D Gm7 De corpo parelho pra encontrar a presilha Cm7 Numa armada aberta é quase uma ameaça D# D Pela mão que firma mais quatro rodilhas Gm7 Cm7 Pra tentear o laço e firmar a trança D Gm7 Num pealo de longe, polvadeira erguida ({Cm7}) ({Gm7}) Cm7 Feito um laço novo, tempo corre e corta D D ({Gm7}) E quando a argola solta, nos rebenta a vida
Enviado por: Alef Federico
Corrigido por: sem correções
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