Anúncio
Intro E A E A A Minha vida parece bagunça na festa Todo manifesta e falando por de trás E Até hoje não sei o mal que contêm Se eu trato bem o homem rapaz A E no bairro onde moro já tenho notado Já sendo odiado até da mulher D E vou numa reza Até da sincera A Em quando não saio não venho pra fé A E A E A E A A Se fico doente procuro um médico E Peço um remédio O doutor me xinga Ou saia daqui caboclo decente A Ser meus clientes nenhum terá pinga Eu saio dali diz solitário D Penso no trabelho que coisa ridícula A O destino meu Não vou reclamar E A Vou deixar como está só pra ver como fica A E A E A E A A Eu entrei numa venda pedir um sanduiche E O cacheiro me diz onde está o dinheiro Eu perdi a fazenda Dinheiro caboclo A Tramando no soco já veio o pender Nessa hora não pude matar minha fome D Já vi telefone discar por ali A Eu fiz dar um jeito fazer a fita E A Chegou a polícia já não pude fugir A E A E A E A A Já me rodearam fui investigado E Por quatro soldados de farpa amarela Contei minha história os farpas sorrindo A Com terno fuzil e quebrou na costela E quando eu sai daquela peleia D Eu entrei numa igreja e fiquei a louvando A O padre falou para o sacristão E A Ali está o ladrão do dinheiro do santo
Enviado por: João Pedro Ewerton
Corrigido por: sem correções
Anúncio
Comentários